Autor: Pasalix® _ Pasalix®Pi

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É difícil se desviar do cenário preocupante e angustiante durante a pandemia, principalmente quando a única alternativa é a prática da quarentena, quando o isolamento se faz necessário para contenção da transmissão do vírus.

Para quem sofre de ansiedade, são muitos os gatilhos que toda essa crise provoca, que vão desde a preocupação em adoecer, ou que um ente querido adoeça, até o colapso da saúde e da economia, tudo isso somado ao isolamento e as incertezas com o amanhã. Por isso, diante uma situação da qual não se tem controle, é hora de colocar em prática todo o arsenal disponível na luta contra a ansiedade e depressão. Confira!

  1. Exercícios físicos: mesmo dentro de casa, é possível assumir uma rotina de exercícios físicos. Diversas páginas e profissionais estão disponibilizando treinos e opções para que as atividades continuem, e até se intensifiquem. Os exercícios físicos são importantíssimos e essenciais na luta contra ansiedade. É hora de suar a camisa!
  2. Cultura: Na correria do dia a dia, muitas vezes deixamos de lado os hábitos de consumir cultura, seja através de livros, televisão ou até mesmo cursos. Diversos canais disponibilizaram seus conteúdos para o período da quarentena para que todos possam utilizar o tempo livre para aprender.
  3. Limite o tempo das notícias: diante um cenário desolador, é interessante que pessoas que sofrem com ansiedade não consuma informações e notícias com tanta intensidade. Escolha uma apenas uma forma de se informar: um programa de TV, ou apenas um jornal. No restante do dia, evite o contato com a cobertura jornalística.
  4. Faça bons usos das mídias sociais: as mídias sociais têm proporcionado a aproximação com familiares e amigos nesse momento, porém, cuidado com o uso em excesso, o que pode piorar a ansiedade e até mesmo causar insônia.
  5. Planeje bem o seu tempo: o isolamento trouxe a oportunidade de dar uma pausa no estresse do dia a dia de uma grande cidade. Há muito tempo, não tínhamos tempo disponível para nossos hobbies, ou simplesmente dormir. O segredo está em dividir o tempo de forma saudável, mesmo que o trabalho continue de casa.  
  6. Não abandone a terapia: é totalmente possível continuar o tratamento para ansiedade durante a quarentena, através de vídeos conferência com a terapeuta. Alguns profissionais também se colocaram a disposição para auxiliar gratuitamente pessoas em crise durante o isolamento.
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A dificuldade para dormir atinge 45% da população mundial, porém mulheres acima de 50 anos representam o maior grupo de risco para a insônia. Pesquisas do University College e da Universidade de Warwick, localizada em Londres, foram quem trouxeram o alerta. Além das noites em claro, esse transtorno do sono traz diversas doenças para o organismo.

Entre os males possíveis, ela aumenta as chances da ocorrência de problemas cardiovasculares. A privação do sono pode causar também complicações emocionais como: estresse, ansiedade, baixa autoestima e depressão.

Os estudiosos concluíram que índices de marcadores inflamatórios, que são essenciais para aferir as doenças do coração, são variáveis nas mulheres. Essa variação acontece de acordo com o período de sono feminino. O que já não foi diagnosticado para os homens.

Dessa forma, quanto menos horas as mulheres acima de 50 anos dormirem, maiores são as chances de contraírem doenças cardiovasculares. Além de serem mais propensas a essas doenças, elas também são um grupo de risco para a insônia.

Assim, os efeitos dos distúrbios do sono são mais comuns para elas. Algumas das complicações que mais aparecem são os de ordem psicológica, como: depressão e ansiedade. 

Porém, um perfil específico do grupo feminino é mais afetado, que é o das mulheres acima de 50 anos, já que a menopausa contribui para essas dificuldades.

Com a vinda desse período, a produção de melatonina também cai significativamente. Esse hormônio é o responsável pela regulação do sono. Além disso, os próprios calores vindos com a menopausa acabam atrapalhando o repouso.

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Há uma série de sintomas que caracterizam os distúrbios do sono e, ao mesmo tempo, não existe uma receita simples para o diagnóstico desse problema. Dificuldade em adormecer (ou permanecer adormecido), sonolência durante o dia, dificuldades para emagrecer, comportamentos anormais durante o sono – como ronco e apneia – são alguns dos indícios de que há algo de errado com o seu descanso.